Estou numa fase em que aos poucos me torno um novo eu.
Não sei que “eu” eu serei, mas sei que já sou, pois sinto crescendo em mim como raizes, raizes de uma planta desconhecida, uma planta que demorou anos para nascer, porque ela tinha medo, um medo desconhecido de um futuro incerto. Mas hoje não há mais medo, hoje não há mais nada, apenas uma busca e um encontro da espiritualidade e da melhor versão de si.
Quando o medo vem, eu o cancelo, corto o emaranhado que ele deixa no caminho, por que afinal o que é o medo? Ele só destrói a mente, e eu fortifico a minha com o amor, a tranquilidade e a paz da vida.
Eu já alcançei: as raizes se tornaram uma linda árvore! Tudo o que ela precisa é de um tempinho para se adaptar.
Está tudo bem, graças a Deus. As borboletas dançam ao redor da árvore, é pacífico. Viver é uma grande benção.